Acabei de ver no ótimo Arapa Motor Rock e não pude deixar de indicar aqui, assista aos vídeos de Ben Harper e The Blind Boys of Alabama.
O que era pra ser apenas uma parceria em uma música, entre o Ben Harper e o grupo "Blind Boys of Alabama", acabou resultando em um DVD completo, tamanho o entusiasmo que a experiência proporcionou para ambos os lados. Sorte do público, que saiu ganhando com toda essa empolgação, e já agradeceu. "Live At The Apollo" é um excelente e apaixonante trabalho, que traz todo o talento de Harper, incrementado pela competente roupagem dos "Blind Boys Of Alabama".
O resultado é pra lá de impressionante, dando às músicas, na sua maioria belíssimas composições de Harper, um clima muito forte. Show gravado em 12 de outubro de 2004 no Teatro Apollo em Nova Iorque, um dos mais famosos do mundo.
Todas as canções são interpretadas por Ben Harper & The Blind Boys, com exceção da faixa 1 onde Harper nos traz uma performance solo.
Estou pensando em colocar à disposição essas estampas. O que acham? Conhecem algum fornecedor bom que podedria fazer um trabalho de qualidade ( Tanto a malha ser boa como a qualidade da impressão!)
Alguém ae compraria camisetas com estampas temáticas sobre Blues?
Atenção respeitável público! A mais nova edição do Farrazine está no ar!
E dessa vez a edição sai do forno junto com o projeto "AGOSTO PRA TUDO" da República dos Quadrinhos do nosso companheiro Beto Potyguara!
Esta iniciativa já está no ar e você pode ler mais detalhes nas páginas do Farrazine.
Uma visão divertida do reboot da DC feito por Ed Palhares e MauMoraes. Temos também a participação de Doug Lira e seu "Traço a Traço", além de uma linda tirinha de Alberto Pessoa e dos Quadrinhos Gonzo, de Jussara Nunes!
Pablo Grilo estreia com o conto "Andanças por um Local Distante", e temos também "Vicent & Van Gogh" de Manassés Filho.
Continuamos com uma supermatéria sobre Graphic Novels autobiográficas assinada por Rafael Martins; Nano Falcão analisando os filmes da Marvel e DC no cinema; Fernando Schittini esquadrinhando Dream Theatre; além das participações habituais de Rita Maria Felix da Silva, Rafael "Hiro" Machado Costa, Brenno Dias, Rafael Oliveira, Red Baron Blues, Bráulio Taumaturgo e etc...
E para não perder o hábito das entrevistas, trazemos uma bacanuda com a galera do "Pipoca e Nanquim".
Chega de detalhes agora, não é? Vai, clica aí embaixo e leia o Farrazine #23!!!
Minha idéia principal era fazer um podcast pra divulgar o pessoal que tem feito um som bacana de forma independente, colocaria algumas sequencias de músicas, mas não tenho plena certeza se esse tipo de trabalho será bem recebido. Por isso deixo alguns links abaixo com a amostra dessas bandas. Todas encontradas no ótimo Jamendo, recomendação do amigo Emerson do CulturalNOT.
Se acharem que é viável fazer um podcast, deixem nos comentários... por favor!
Estou preparando novas postagens para o blog ao som de Jefferson Airplane.
Volunteers - Live at Woodstock 1969
Foram os pioneiros de rock psicodélico, formada em São Francisco no verão de 1965. Várias encarnações posteriores do grupo original continuaram a tocar sob nomes diferentes, um reflexo do passar dos anos e da formação da banda. Foram eles: Jefferson Starship, mais tarde somente Starship e posteriormente Jefferson Starship The Next Generation.
Seus hits mais famosos como Jefferson Airplane são Somebody To Love, de 1966, White Rabbit, de 1967; como Starship são Sara, de 1985, e Nothing’s Gonna Stop Us Now, de 1987.
A banda foi formada na costa oeste dos Estados Unidos durante o verão de 1965 no que foi posteriormente considerado o estouro da cena folk de São Francisco. O cantor Marty Balin reuniu-se com outro músico folk Paul Kantner, o guitarrista de blues, o vocalista de jazz e folk Signe Toly Anderson, o baterista Jerry Peloquin e o baixista Bob Harvey. A inspiração do grupo eram bandas como The Beatles, The Byrds e The Lovin’ Spoonful.
Sua primeira aparição pública foi em 13 de agosto de 1965, no clube The Matrix em São Francisco. Peloquin era um músico experiente, cuja rejeição ao uso de drogas por parte dos outros membros da banda acabou o tirando da banda logo algumas semanas após o início do grupo. Skip Spence então o substituiu na bateria. A banda gradualmente desenvolveu um som mais elétrico que levou à substituição de Harvey por um amigo de infância de Kaukonen, Jack Casady, em outubro de 1965. No mesmo ano assinaram com a RCA Victor e gravaram o álbum lançado no ano seguinte, Jefferson Airplane Takes Off. O álbum é bastante inspirado pela música folk.
No ano seguinte Spence foi substituído pelo baterista de jazz Spencer Dryden, e Anderson deu lugar a cantora Grace Slick, anteriormente do grupo The Great Society, também de São Francisco. Slick trouxe à banda sua poderosa voz contralto, bem combinado coma música psicadélica do grupo, como evidenciado em canções como White Rabbit (autoria de Grace) e Somebody to Love (autoria de Darby Slick, do The Great Society).
A transição para a notoriedade nacional começou com a aparição no Monterey International Pop Festival em junho de 1967. O festival levou bandas de diferentes cenas incluindo Nova Iorque, São Francisco, Los Angeles e Reino Unido, e a cobertura da televisão deu exposição internacional aos grupos. Tais bandas também participaram em diversos programas de televisão, como o The Ed Sullivan Show. A famosa aparição do Jefferson Airplane no show de Ed Sullivan apresentando White Rabbit é notável pelo uso pioneiro do Chroma key para simular a iluminação psicodélica das apresentações ao vivo da banda.
O grupo se manteve estável até 1970, tendo gravado mais cinco álbuns. O primeiro deles, Surrealistic Pillow (1967), incluía as canções clássicas White Rabbit (inspirada pela droga LSD, extremamente popular em São Francisco, em Bolero de Maurice Ravel e Alice no país das maravilhas de Lewis Carroll) e Somebody to Love. O nome do álbum foi sugerido por um dos produtores do álbum, Jerry Garcia, que mencionou que, de forma geral, o álbum era tão surrealista quanto um travesseiro. Garcia foi listado nos créditos do álbum como conselheiro espiritual. Ainda em 1967, a banda mergulhou no acid rock com o álbum After Bathing at Baxter’s, um álbum com grandes suítes, demonstrando a qualidade de grupo com o rock psicodélico. Crown of Creation (1968) foi um álbum transitório, mais estruturado que o anterior. Inclui a canção de Grace Slick Lather, especulada ser para o baterista Spencer Dryden, com o qual supostamente teria um caso. No mesmo ano o Jefferson Airplane lançou Bless Its Pointed Little Head, registrando uma apresentação ao vivo no The Fillmore. Em 1969 lançaram Volunteers, um álbum mais políico, com destaque para as canções We Can Be Together, Good Shepherd e Wooden Ships. (Wooden Ships, que Paul Kartner escreveu juntamente com David Crosby e Stephen Stills, foi gravada tanto pelo Jefferson Airplane quanto por Crosby, Stills & Nash. Como ambas as bandas lançaram a canção no mesmo ano e foi escrita por membros de ambas as bandas, ambas as versões são consideradas como originais.)
A banda se apresentou no Festival Woodstock em agosto de 1969. Em dezembro do mesmo ano apresentaram-se no concerto na estrada de Altamont na Califórnia. O concerto, liderado pelos The Rolling Stones, foi marcado pela forte violência, como o incidente Gimme Shelter, que levou à morte do adolescente negro Meredith Hunter, fatalmente agredido em frente ao palco pelos Hell Angels (que haviam sido contratados como seguranças) sob alegação de ter sacado um revólver durante a apresentação dos Stones.
Apesar da banda ter lançado seu maior álbum de compilação em 1970 (The Worst of Jefferson Airplane), suas únicas novas músicas daquele ano foram disponibilizadas no single Mexico. O lado A contava com críticas ao presidente Richard Nixon e suas ações para combater a entrada de maconha nos Estados Unidos. O lado B marcou o início de uma obsessão de Paul Kartner pela ficção científica, que ele iria explorar pelo resto da década.
Balin decidiu deixar a banda logo após o lançamento do single. Logo após Kantner e Slick demitiram Dryden do grupo. Lançaram então Bark em 1971 e Long John Silver em 1972. Amobs os álbuns foram lançados pelo selo da própria banda, Grunt, que continou a ser distribuído pela RCA. O grupo substituiu Dryden por Joey Covington (que já havia participado no vocal do single Pretty as You Feel, de Bark). O legendário violinista Papa John Creach também reuniu à banda no início da década de 1970.
Durante esse tempo, Kaukonen e Casady começaram o projeto paralelo Hot Tuna, uma exploração do blues tradicional. Lançaram o álbum acústico Hot Tuna em 1970, e o elétrico First Pull Up-Then Pull Down no ano seguinte. Com o tempo, os dois músicos passaram a se dedicam mais ao novo projeto que ao Jefferson Airplane. (Na canção Third Week In The Chelsea, de Bark, Kaukonen detalha seus pensamentos em deixar a banda.)
O segundo álbum ao vivo da banda foi Thirty Seconds Over Winterland (1973), e é lembrado por sua capa, um esquadrão de torradeiras voadoras. Em 1974, uma coleção de material restante foi lançado como Early Flight, o último álbum oficial do Jefferson Airplane.
Voltamos com a edição #22 repleta de matérias e novos colaboradores!
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Desta vez, entrevistamos o André Dahmer (na verdade, o mini-dahmer) e ainda conversamos com o Leo, autor de uma das bedês mais aclamadas na Europa (Aldébaran), e falamos sobre ditadura, quadrinhos, política e etc…
Conheça um pouquinho do Estúdio Vejo em Cores de Bianca e Adam num bate-papo bem pessoal e delicie-se com a HQ Furry dos nossos novos companheiros Guilherme de Sousa e Thaís Leal!
Temos ainda a volta de Nano Falcão com matérias bombásticas, a coluna do Filipêra (Nerds Somos Nozes), um conto com a personagem Garen de Rita Maria Félix da Silva, terceiro e quarto capítulos da HQ Cidade Nua de Snuckbinks e Rafael Camargo (Que ainda assina Aulas de Roteiro), música com Red Baron e Fernando Schittini e contos escritos pelo sempre sagaz Hiro.
E nossa amiga Paloma Diniz trouxe uma superentrevista com o desenhista David Lloyd, além de duas matérias sobre os quadrinhos nacionais!
Bom, já falamos demais, não é?
Então baixe ou leia on-line mesmo nos links abaixo:
Aqui está o embrião de uma excelente banda, formada a princípio por John Fogerty (Vocal e Guitarra), Tom Fogerty (Guitarra), Stuart Cook (Baixo) e Douglas Clifford (Bateria), eram conhecidos como Blue Velvets, ainda em 1959.
Passaram a usar o nome de The Golliwogs em 1966, ao conseguirem um contrato com uma gravadora, onde gravaram dois singles. Foram bem aceitos e já no ano seguinte passaram a usar o nome de Creedance Clearwater Revival, deixando de fazer apenas covers e passando a investir em composições próprias!